Nota de uma dolorosa e irreparável ausência.
Foi com indescritível pesar que soubemos que aos quinze dias deste mês de agosto, perdemos de nosso convívio terreno Da. Margarida, a “baixinha”, como era carinhosamente chamada por seu esposo, José de Alvarenga.
Raro exemplo de amor, companheirismo, dedicação e incentivo, nos deixa órfãos a todos; órfãos de sua generosidade, órfãos de sua compreensão, de sua bondade, de seu amor, que através das frequentes narrativas feitas pelo velho “Arva”, sempre se fizeram presentes em nossos encontros modelísiticos.
Ao velho e estimado amigo Alvarenga, nossos sentimentos e solidariedade à sua dolorosa perda.
“A vida é breve! Nela, porem, há muito mais do que podemos viver”.
(José Saramago)

