<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>IPMS-Curitiba &#187; 2-Matérias</title>
	<atom:link href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/category/materias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.ipmscuritiba.com.br/site</link>
	<description>Sociedade de Plastimodelismo de Curitiba - PR</description>
	<lastBuildDate>Sat, 24 Dec 2011 22:54:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3</generator>
		<item>
		<title>Catalina 1/48 por J.R. Wolf</title>
		<link>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/12/catalina-148-por-j-r-wolf/</link>
		<comments>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/12/catalina-148-por-j-r-wolf/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 17:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gino Marcomini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[1/48]]></category>
		<category><![CDATA[2-Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[catalina]]></category>
		<category><![CDATA[detalhamento]]></category>
		<category><![CDATA[duco]]></category>
		<category><![CDATA[escala]]></category>
		<category><![CDATA[modelismo]]></category>
		<category><![CDATA[plástico]]></category>
		<category><![CDATA[plastimodelismo]]></category>
		<category><![CDATA[scratchbuilding]]></category>
		<category><![CDATA[tinta duco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ipmscuritiba.com.br/site/?p=2108</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo foi publicado originalmente no IPMS Deustchland (veja aqui)  e no IPMS de São José dos Campos (veja aqui) e publicado agora aqui, sob autorização do Sr. Jorge Roberto Wolf. Trata-se de um hiper detalhamento em scratchbuilding de um PBY-5A Catalina 1/48.



Meu nome é Jorge Roberto Wolf; tenho 46 anos, sou engenheiro mecânico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo foi publicado originalmente no IPMS Deustchland (<a href="http://www.ipmsdeutschland.de/Flugzeuge/Gaeste/Wolf_Catalina.html" target="_blank">veja aqui</a>)  e no IPMS de São José dos Campos (<a href="http://www.ipmssjc.com/Artigos/Catalina/Catalina.html" target="_blank">veja aqui</a>) e publicado agora aqui, sob autorização do Sr. Jorge Roberto Wolf. Trata-se de um hiper detalhamento em scratchbuilding de um PBY-5A Catalina 1/48.</p>
<p><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/12/catalina-148-por-j-r-wolf/"><img class="alignnone size-full wp-image-2117" title="ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (27)" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/12/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb-27.jpg" alt="ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (27)" width="150" height="150" /></a></p>
<p><span id="more-2108"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_gen_view.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_banner.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p>Meu nome é Jorge Roberto Wolf; tenho 46 anos, sou engenheiro mecânico     com formação aeroespacial.. Mas, além disso, plastimodelista!    Neste hobby, gosto de adicionar detalhes em meus modelos, técnica esta     conhecida em inglês como ”scratchbuilding” (em tradução aproximada,   construir a partir do zero).</p>
<p>Sirvo-me de vários tipos de materiais para tal, sendo o mais usual o     plástico poliestireno, em chapas, barras ou tiras, com dimensões     padronizadas.    Meu prazer especial, no entanto, consiste em desenvolver métodos novos     neste processo de detalhamento, a fim de elaborar, construir e obter as     peças desejadas, todas elas obedecendo às proporções das originais.    Há um ditado que ouvi certa vez, dizendo que não existe algo difícil de     ser feito em plastimodelismo; se assim estiver sendo, é porque o método     errado foi escolhido. Estes dizeres norteiam minhas ações quando crio   peças novas.</p>
<p>Aqui estão fotos do meu mais recente trabalho, ainda em construção;     trata-se de um PBY-5A Catalina na escala 1/48 da ProModeler. Comecei     este modelo em março de 2003, e tive de deixá-lo de lado por quase dois     anos devido a compromissos profissionais, além de longos períodos   envolvido noutras atividades correlatas.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_01.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (1).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_02.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (2).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_03.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (3).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_05.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (4).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Minha inspiração para montar o modelo neste padrão surgiu após um     concurso no qual um colega ganhou merecidamente o primeiro prêmio com um     modelo belissimamente montado e pintado (sua marca registrada, por     sinal), porém detalhado exclusivamente com peças de resina adquiridas     comercialmente. Deve-se notar que este gênero de trabalho requer     igualmente muita habilidade, pois ajustar peças de resina nem sempre é     tão simples assim. Ocorre que devido à contração natural das matrizes     onde a resina é derramada, freqüentemente as peças moldadas são     reproduzidas com um tamanho menor do que deveriam ser; assim, tal   defeito requer muita habilidade para ser corrigido e compensado.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_06.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_06.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (5).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_07.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_07.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (6).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_throttles_equipment.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_cockpit_throttles_equipment.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (7).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_flt_engine_station.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_flt_engine_station.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (8).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entretanto,  aquela maquete, lembrou-me imediatamente dos tempos antigos do  plastimodelismo, quando não existiam peças de resina e tudo tinha de  ser feito à mão mesmo, usando o velho e bom plástico poliestireno.  Naqueles tempos antigos, copos de iogurte e refrigerante, bem como as  árvores (“sprues”) dos modelos, tinham todos outro destino – rechear  nossas caixas de matéria prima para fazer peças novas! Além disso,  naquela época, discutia-se nas rodas de modelistas novas técnicas  desenvolvidas por cada um ou aprendidas de outros, com seus respectivos  materiais envolvidos, enquanto nas de hoje ouvimos apenas quais as mais  recentes novidades de sets de detalhamento foram lançados no mercado –  assim percebi como tornamo-nos todos dependentes deste mercado!</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_front_gear_01.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_front_gear_01.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (9).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_front_gear_02.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_front_gear_02.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (10).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_01.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_01.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (26).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_02.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_02.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (27).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Assim,  decidi elaborar um modelo com detalhamento obtido sem a utilização de  nenhum item comercial, usando exclusivamente peças feitas à mão, com  plástico em chapas, barras e tiras. Tratou-se de um desafio  auto-imposto, e nas fotos que seguem, aparece o resultado que obtive.  Ao final, minha única concessão aos itens comerciais reduziu-se às  metralhadoras de resina da Paragon, bem como do painel de instrumentos  dos pilotos da Eduard. Refletindo bem, achei que seria muita tolice  refazê-los em plástico novamente. Por outro lado, os painéis do  navegador e do engenheiro de vôo foram todos feitos à mão, seguindo o  método tradicional.</p>
<p>Devido à natureza do desafio, procurei por um modelo que de propósito     não possuísse um número significativo de itens comerciais disponíveis, e     caso os possuísse, estes não seriam de qualidade elevada. Assim, o PBY-5   da Revell / ProModeler encaixa-se perfeitamente nesta categoria.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_03.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_03.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (29).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_04.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_kit_04.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (30).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_main_gear.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_main_gear.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (31).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nacelles.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nacelles.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (32).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Preparo inicial</p>
<p align="justify">A primeira coisa a fazer num projeto desta envergadura é coletar     informações detalhadas para servir como referência ao detalhamento. De     posse deste material, passo então a desenhar esboços do conjunto a ser     detalhado, a fim de estabelecer as proporções de cada item que será     fabricado posteriormente.</p>
<p>Anos atrás, eu realizava estes esboços em papel, a lápis. A escala     nestes casos era de 2:1 (até 5:1 para conjuntos muito intrincados) em     relação ao modelo. Atualmente utilizo de um aplicativo Cad (AutoCad)     para fazê-los; assim, posso introduzir uma foto em seu ambiente de     trabalho (que havia sido digitalizada previamente), desenho diretamente     sobre ela o contorno que me interessa, reduzo o esboço resultante para a     escala desejada e imprimo-o, para usá-lo como guia na construção.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nose_01.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nose_01.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (33).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nose_03.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nose_03.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (34).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nose_04.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_nose_04.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (35).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_rear_gunner_01.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_rear_gunner_01.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (36).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">.Matéria prima</p>
<p align="justify">Se  outrora eu utilizava chapas de poliestireno oriundas de copos de  refrigerante ou iogurte, ou de barras de “sprue” (arvores de injeção  dos kits), hoje me sirvo apenas de chapas e perfis da Evergreen. A  qualidadeé muito superior, as dimensões são todas padronizadas,  permitindo ampla combinação entre elas ao construir; este material é há  muito utilizado em ferreomodelismo ou em maquetes de arquitetura.</p>
<p align="justify">Massa de preenchimento</p>
<p align="justify">Algumas técnicas podem diferir do lugar comum; uma delas é que na     maioria das vezes uso cola cianoacrilato depositada em camadas (quando     necessário) no lugar de massas de preenchimento usuais (Tamiya ou Green     Putty).    Desta forma, o acabamento é muito melhor; ela apenas deve ser lixada a     partir de cerca de 10 minutos após ter sido aplicada, enquanto ainda     está macia, caso contrário sua dureza será posteriormente muito elevada     e seu retrabalho mais elaborado. Entretanto, as massas convencionais são     também utilizadas em certos casos, quando a amplitude de movimento para     lixar é pequena, para citar apenas um exemplo.</p>
<p align="justify">Colas</p>
<p align="justify">Utilizo tricloroetieleno aplicado com um pequeno pincel (tamanho 00)     para colar peças pequenas ou de espessura reduzida. Devido à sua alta     volatilidade, ele não tende a dissolver ou deixar marcas nas peças     coladas. Seu poder de adesão não é muito elevado, portanto ela fica     reservada apenas para colar peças pequenas e delicadas. Em termos     comparativos, pessoalmente considero a alternativa muito usada, o     líquido polimerizante da marca “Jet” (de aplicação dentária) muito forte     para estes casos, pois deixa marcas e provoca encolhimento de plástico     de espessuras reduzidas.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_rear_gunner_02.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_rear_gunner_02.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (37).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_rear_gunner_03.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_rear_gunner_03.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (38).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_01.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_01.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (11).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_02.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_02.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (12).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Discos e botões pequenos</p>
<p align="justify">O estojo de punções (“Punch &amp; Die set”) é um dos itens mais importantes     em plastimodelismo; é um tanto caro, mas vale cada centavo para quem     quiser criar peças em “scratch”. Para abrir furos, entretanto, eu ainda     prefiro utilizar brocas alargadoras, por permitir alinhar diversos furos     porventura existentes em alguma peça, com maior facilidade.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_04.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_04.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (13).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_05.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_05.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (14).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_06.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_06.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (15).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_07.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_07.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (16).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Cortando plástico</p>
<p align="justify">Modelistas tem me perguntado qual meu método para cortar plástico;     sinceramente penso que faço como todos; com apenas alguns detalhes     diferentes. Por exemplo, uso ao mesmo tempo quatro estiletes de     modelismo. São todos idênticos, porém com tempo de uso diferente. O     primeiro deles é somente usado para trabalho pesado; chamá-lo-ei de (#     4), tal qual raspar junta de peças injetadas. Para tal, é necessário que     ele esteja quase cego, e a ponta de sua extremidade quebrada (isto     ocorrerá em seu uso normal, por sinal).</p>
<p align="justify">A seguinte  (# 3) é usada para cortar chapas plásticas, onde abrirá um sulco em  três ou quatro passagens sucessivas, cortando-a gradativamente (cito o  caso de uma chapa de 0,25 mm de espessura; outras mais espessas irão  requerer um número maior de passagens). Esta é a lâmina mais utilizada,  entre todas as outras, e é um pouco mais afiada que a # 4, e sua ponta  também deve estar quebrada. Isto pode parecer brincadeira, mas é muito  importante para permitir que as chapas sejam cortadas sem desvios. Todo  o processo de corte de chapas é feito com o auxílio de uma régua.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_08.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_08.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (17).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_09.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_09.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (18).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_10.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_10.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (19).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="25%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_11.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_11.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (20).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">A # 2 é uma lâmina quase nova, e é utilizada quando o trabalho requer um     fio afiado. A última, (# 1) é uma lâmina sempre virgem, usada apenas     para cortar materiais macios, como filmes de decais (não a folha em   si!). Tanto a # 2 e # 1 são perfeitamente pontiagudas.</p>
<p align="justify">Os pedaços de chapa que comporão uma peça que confecciono jamais são     cortados em suas dimensões finais antes de serem unidos. Isto somente é   feito para a primeira chapa deste conjunto; nas demais, suas últimas  dimensões (um comprimento, por exemplo) só serão definidas depois de   unidos à precedente. Com este procedimento, pode-se sempre garantir   encaixes ótimos para todas as partes que comporão o conjunto.</p>
<p align="justify">Criando cavernas</p>
<p align="justify">A  construção de cavernas em um modelo é sempre um aspecto delicado.  Vários métodos existem; o meu preferido começa com desenhar a posição  da caverna no interior da fuselagem para definir seu posicionamento. Em  seguida, tiras estreitas de fita isolante (coloco-as em dupla camada)  são instaladas paralelamente, ao longo da linha traçada, espaçadas na  distância que será a espessura da futura caverna. Em seguida, posiciono  sem colar pequenas chapas de plástico entre as tiras, cada uma  acompanhando ligeiramente o contorno do interior na sua posição  determinada. Estas são interligadas por outros pequenos pedaços de  plástico formando uma espécie de corrente, como ilustra o desenho. Esta  etapa é repetida para cada lado da fuselagem, pois elas são raramente</p>
<p>simétricas no seu interior.    Quando cada contorno estiver bem rígido, eles são separados de cada     metade da fuselagem e unidos entre si para que sua montagem seja     posteriormente checada na fuselagem.    Em seguida, sua imagem digitalizada é inserida num programa AutoCad.     Desenho seus contornos, imprimo em papel, que é colado com cola branca     numa chapa da espessura desejada da caverna. Finalmente esta é     desbastada usando-se as linhas impressas como guia.</p>
<p style="text-align: center;" align="justify"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_bulkhead_drw.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (39).jpg" alt="" width="150" height="150" align="absmiddle" /></a></p>
<p align="justify">Detalhes externos</p>
<p align="justify">Vários detalhes do exterior foram modificados, a começar pelos capôs dos     motores, pois os do kit estavam exageradamente pequenos. Foi     acrescentado quase 2,5 mm no diâmetro, ou seja, praticamente 6 mm no     perímetro! Além disso, as asas foram afinadas e cerca de 4 mm foram     removidos nas extremidades, bem como nos flutuadores.    Também estou modificando a cauda, pois esta estava excessivamente larga     em mais de 10 mm no kit! Inicialmente eu havia adquirido a conversão da     Belcher Bits para corrigi-la, entretanto sua superfície é tratada de     forma diferente da do kit – ela não possui rebite algum, ao contrário do     kit – apenas linhas de painel gravadas.    Como o kit é literalmente cravejado de rebites, havia três escolhas:     gravar rebites na peça corretiva de resina (uma tarefa um tanto     aborrecida), preencher com massa todos os rebites do kit (uma tarefa     muito aborrecida), ou conviver com isto (impossível para mim, ver o     Frankstein resultante olhando para mim ao longo dos anos vindouros, na     minha prateleira&#8230;). Então, ao final, não escolhi nenhuma delas!    Não se tratou de decisão masoquista; a razão real era a de que eu tinha     de economizar no peso adicionado na cauda, pois eu tinha muito poucos     locais para adicionar contrapesos no nariz (pois quase todo ele havia     sido ocupado com o detalhamento, e a cauda de resina é pesada). Além     disso, com esta decisão eu manteria a característica de não acrescentar     itens comerciais.    Portanto, adicionei pedaços de chumbo sob os assentos, sob todos os     assoalhos, e até mesmo dentro dos reservatórios de água ou da roda do     nariz! Acredito que isto será o suficiente!</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="50%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_12.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_12.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (21).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="50%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_13.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_13.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (22).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Pintura</p>
<p align="justify">Todo o interior foi pintado com aerógrafo, utilizando tinta nitro     celulose automotiva (Duco), pois elas são muito mais baratas do que     quaisquer outras específicas para modelismo, e oferecem um acabamento     muitíssimo superior. No interior, um agente fosqueante foi adicionado     para se obter o aspecto que aparece nas fotos. Nas áreas externas, a     tinta é aplicada sem este agente, de modo a obter um acabamento     brilhante próprio para a aplicação de decais; em seguida uma camada de     verniz acetinado ou semi-fosco é aplicada para selar e dar acabamento     final ao modelo.</p>
<p align="justify">A pintura com tinta Duco requer sempre a aplicação de uma base própria     para permitir sua adesão ao plástico; elas jamais poderão ser aplicadas     diretamente sobre o plástico nu. Quando esta base é tinta acrílica     automotiva prateada, dispõe-se do modo ideal para simular uma superfície     metálica pintada arranhada, que é o caso dos aviões militares     desgastados. Após a camada final de pintura, basta arranhar com um   estilete a tinta para simular os arranhões.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_14.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_14.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (23).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="34%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_15.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_15.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (24).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
<td width="33%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_16.jpg" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/imagens/Catalina_interior_painted_16.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/materias/catalina/thumbs/ipmscuritiba_catalina_jrwolf_thumb (25).jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Eu uso sempre tintas básicas (amarelo, vermelho, azul, seguido de branco     e preto). Desta forma, misturo minhas cores no tom desejado, seguindo     uma pesquisa preliminar para determinar a cor correta.    O aspecto relativo à cor correta é sempre controvertido, todas as forças     aéreas possuíam diretrizes norteando sua aplicação, porém nunca devemos     nos esquecer que havia uma guerra em curso, e a utilização de cores     corretas ficaria definitivamente em enésimo plano, em quaisquer dos     lados do conflito&#8230; Assim, faço minhas escolhas de forma a indicar que     houve uma pesquisa histórica, de forma que as cores não foram adotadas     sem consideração alguma.    Além disso, ao preparar minhas cores, posso atenuá-las para lhes     conferir o efeito de escala, onde uma pequena porcentagem de branco é     adicionada (para a escala 1/48, estima-se que se deve adicionar cerca de     10% de branco). Fica também mais fácil alterar as cores determinadas e     fazer delas versões desgastadas ou queimadas segundo o envelhecimento     desejado.    Os detalhes menores foram todos pintados a pincel com tintas acrílicas a     base de água da Testors, cujas quinas foram posteriormente realçadas     pelo processo de “drybrushing” (utilização de um pincel quase seco para     realçar determinados detalhes) usando-se tinta esmalte sintético da     Humbrol. Esta última foi preparada sempre num tom bem mais claro do que     o tom de base (isto é, da peça na qual estou trabalhando) a fim de obter     o realce desejado. Assim, se a cor de base era preto, o “drybrushing”   era realizado com cinza médio.</p>
<p align="justify">Fotografia</p>
<p align="justify">A câmera com a qual fiz as fotos é uma Canon Powershot A70, de 3.2     megapixels. A iluminação é proveniente de uma luminária comum com duas     lâmpadas fluorescentes com 15 W cada.    Em certos casos, quando eu precisava de uma contraluz, servi-me de uma     folha de papelão branco ou isopor para fornecê-la.</p>
<p>A câmera sempre é montada sobre um tripé, e ajustada para abertura F8,     sem luz de flash, com compensação de exposição igual a zero, no modo     macro e velocidade ISO 50, sempre acionada com um retardo de dois ou dez     segundos para evitar que a foto saia trêmula.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/12/catalina-148-por-j-r-wolf/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Réplica do Auto Union 1936 por Carlos Miranda</title>
		<link>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/</link>
		<comments>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:35:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gino Marcomini</dc:creator>
				<category><![CDATA[2-Matérias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ipmscuritiba.com.br/site/?p=1660</guid>
		<description><![CDATA[
Nosso amigo Carlos Miranda nos enviou as fotos de seu audacioso projeto. Ele está fazendo a primeira réplica no Brasil do Auto Union 1936 Tipo C, um automóvel de corrida projetado por Ferdinand Porsche.

Originalmente esse veículo possuía um motor V16 de 520hp e foi vencedor de 6 das 12 corridas em 1936. Hans Stuck, Varzi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1590" title="AutoUnion-TypeC" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/autounion_1936.jpg" alt="AutoUnion-TypeC" width="600" height="451" /><br />
Nosso amigo Carlos Miranda nos enviou as fotos de seu audacioso projeto. Ele está fazendo a primeira réplica no Brasil do Auto Union 1936 Tipo C, um automóvel de corrida projetado por Ferdinand Porsche.</p>
<p><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1678" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(17)" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-17-150x150.jpg" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(17)" width="150" height="150" /></a></p>
<p><span id="more-1660"></span>Originalmente esse veículo possuía um motor V16 de 520hp e foi vencedor de 6 das 12 corridas em 1936. <span>Hans Stuck, </span><span>Varzi e </span>Bernd Rosemeyer foram os pilotos deste veículo, sendo que Rosemeyer foi aclamado como Campião Europeu, deixando para trás a Ferrari, Alfa Romeo e Mercedes naquela temporada.</p>
<p>Para saber mais sobre este modelo da Auto Union, <a title="Grand Prix Cars - Auto Union Type C" href="http://www.ddavid.com/formula1/auto_c.htm" target="_blank">clique aqui.</a></p>

<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-1/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(1)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(1)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(1)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-2/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(2)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(2)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(2)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-3/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(3)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(3)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(3)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-4/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(4)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(4)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(4)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-5/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(5)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(5)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(5)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-6/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(6)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(6)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(6)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-7/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(7)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(7)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(7)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-9/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(9)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(9)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(9)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-10/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(10)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(10)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(10)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-11/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(11)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(11)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(11)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-12/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(12)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(12)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(12)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-13/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(13)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(13)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(13)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-14/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(14)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(14)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(14)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-15/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(15)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-15-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(15)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(15)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-16/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(16)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-16-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(16)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(16)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-17/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(17)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-17-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(17)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(17)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-18/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(18)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-18-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(18)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(18)" /></a>
<a href='http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/ipmscuritiba_auto_union1936-19/' title='ipmscuritiba_auto_union1936-(19)'><img width="150" height="150" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/11/ipmscuritiba_auto_union1936-19-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="ipmscuritiba_auto_union1936-(19)" title="ipmscuritiba_auto_union1936-(19)" /></a>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/11/replica-do-auto-union-1936-por-carlos-miranda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sombreando e realçando linhas de painéis</title>
		<link>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/sombreando-e-realcando-linhas-de-paineis/</link>
		<comments>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/sombreando-e-realcando-linhas-de-paineis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 02:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gino Marcomini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[aguada]]></category>
		<category><![CDATA[drybrush]]></category>
		<category><![CDATA[envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[painéis]]></category>
		<category><![CDATA[panel lines]]></category>
		<category><![CDATA[pastel]]></category>
		<category><![CDATA[referências]]></category>
		<category><![CDATA[seco]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[wash]]></category>
		<category><![CDATA[wheathering]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ipmscuritiba.com.br/site/?p=1300</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo mostra as várias técnicas de envelhecimento utilizadas pelos modelistas. Texto original por Martin Waligorski &#8211; IPMS Estocolmo . Tradução sob autorização: Alaor Gosdal


Os kits modernos, montados e pintados como as instruções, refletem a peça original em estado de novo. Em contraste, objetos do mundo real quase sempre mostram o efeito do tempo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo mostra as várias técnicas de envelhecimento utilizadas pelos modelistas. Texto original por Martin Waligorski &#8211; IPMS Estocolmo . Tradução sob autorização: Alaor Gosdal</p>
<p><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/sombreando-e-realcando-linhas-de-paineis/"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1305" title="panel_lines_02" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/panel_lines_02-150x150.jpg" alt="panel_lines_02" width="150" height="150" /></a></p>
<p><span id="more-1300"></span></p>
<p>Os kits modernos, montados e pintados como as instruções, refletem a peça original em estado de novo. Em contraste, objetos do mundo real quase sempre mostram o efeito do tempo e da idade. Por exemplo, as superfícies se tornam descoradas, manchadas, sujas, riscadas, corroídas e sofrem outras alterações sob a influência da natureza. Na visão de quem olha, estas alterações na aparência podem aumentar o valor dos objetos, desde que elas enfatizem sua longevidade e história.<br />
ENVELHECIMENTO é o termo associado ao processo de fazer o modelo parecer ter sido usado.<br />
Área especiais que requerem algum envelhecimento são as junções e linhas de painéis dos modelos.<br />
Isso por duas razões principais: primeiro, em condições normais de iluminação, os baixos-relevos dos objetos reais podem frequentemente criar alguma sombra e, portanto, se parecerem mais escuros que as superfícies em torno deles. Em segundo, a fenda é onde a sujeira e/ou fuligem podem se<br />
acumular nos obejetos reais. Ambos os efeitos precisam da ajuda do modelista para se parecerem na escala.<br />
A conclusão óbvia de muitos modelistas é de prestar atenção nas linhas de painéis de baixo relevo dos modelos. A idéia básica é que o modelo teria mais vida se suas linhas de painéis de parecessem mais escuras do que o resto da pintura.<br />
Há muitas maneiras de realçar linhas de painéis e outras estruturas de baixo relevo. O efeito irá variar dependendo da técnica usada, mas todas as descritas aqui terão o objetivo de fazer com que a superfície pintada do modelo possa se parecer a mais real possível. Esta matéria lhe dará um resumo<br />
básico da maioria das técnicas usadas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PRÉ SOMBREAMENTO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="size-full wp-image-1307 aligncenter" title="panel_lines_04" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/panel_lines_04.jpg" alt="panel_lines_04" width="575" height="275" /><br />
</strong></p>
<p>Esta técnica requer um aerógrafo. A idéia é sombrear através das linhas de painel ANTES, usando uma cor mais escura para que ela possa ser vista após a pintura final. Na maioria dos casos os modelistas usam preto ou cinza escuro para isso. Obviamente o kit em si deve ser moldado numa cor clara e neutra, senão todo esse processo deve ser primeiramente  substituído por algumas demão de fundo cinza claro.<br />
Mais tarde, quando for aplicar a pintura final no modelo, deve-se tomar cuidado para pintar em finas camadas, garantindo que as áreas pré sombreadas sejam vistas através da pintura final.<br />
Pode parecer complicado para o iniciante, mas todo o processo é facilmente controlado com um aerógrafo, especialmente com a pintura final feita com tinta bem diluída. Uma técnica simples e eficiente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PÓS SOMBREAMENTO</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1305" title="panel_lines_02" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/panel_lines_02.jpg" alt="panel_lines_02" width="559" height="346" /><br />
</strong></p>
<p>O aerógrafo também é a ferramenta necessária para esta técnica. Como o nome diz, as sombras nas linhas de painel são aplicadas DEPOIS, sobre a pintura, como se fosse sujeira. É recomendado tentar uma tonalidade um pouco mais escura que a usada na pintura, ou um cinza escuro bem diluído.<br />
Alguns modelistas costumam mascarar as linhas para enfatizar ainda mais o efeito. Isto deve ser usado, por exemplo, para simular os efeitos de fluxo de ar em aviões, ou para realçar linhas de divisão entre painéis adjacentes.<br />
Resultados melhores podem ser facilmente conseguidos em superfícies pintadas em uma só cor.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>CANETAS OU LÁPIS</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1303" title="air3010" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/air3010.JPG" alt="air3010" width="253" height="221" /><br />
</strong></p>
<p>Esta é uma técnica antiga mas muito útil, muito popular antigamente, quando kits com linhas de painel em baixo relevo eram novidades no mercado. A idéia é &#8220;desenhar&#8221; através das linhas usando uma caneta ou lápis. O efeito com a caneta pode facilmente ficar exagerado. Na maioria das situações é preferível usar tons de cinza ao invés de preto, para evitar contraste excessivo. Porém você pode acentuar algunas lugares mais do que outros, como linhas em volta de escotilhas, superfícies móveis em aviões e outras tantas partes.<br />
Usar lápis grafite é mais fácil. As linhas podem ser feitas com o auxílio de uma régua. A tinta base, no entanto, deve ser fosca, para permitir aderência suficiente para o lápis deixar um traço permanente. Use-os de acordo com sua maciez. Os lápis mais duros (tipo H) produzirão linhas com aspecto metalizado, enquanto os mais moles (tipo B) resultarão em linhas cinzas escuras. As linhas traçadas à lápis geralmente devem ser cobertas com uma camada de verniz fosco, para que não se sobressaia por causa do aspecto metálico do grafite.<br />
Os lápis são grandes maneiras de adicionar novos painéis onde eles não existem, sendo uma alternativa com menos chance de erros do que o scribing.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>CANETINHAS (MARKER PENS)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1304" title="panel_lines_01" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/panel_lines_01.jpg" alt="panel_lines_01" width="419" height="260" /><br />
</strong></p>
<p>Em matéria de canetas, uma cinza translúcida à base d&#8217;água também pode usada como ferramenta de sombreamento. Este tipo de canetinha são como tintas à base d&#8217;água:</p>
<p>quanto mais camadas você aplicar, mais escura ela ficará. A cor pode ser bem diluída colocando-se a ponta da canetinha na água. Depois remove-se o excesso no modelo utilizando-se um cotonete úmido. Estas qualidades fazem dessas canetinhas uma ferramenta ideal para aplicar aguadas (wash)suaves sem o risco de exagero.<br />
Eu uso canetas para tecido, do tipo com a ponta macia e afinada, como um pincel. Elas têm a vantagem de serem bem controláveis para obterem efeitos delicados. Você simplesmente &#8220;desenha&#8221; o seu envelhecimento, e nem precisa de uma régua.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>AGUADA (WASH)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1302" title="panel_lines_05" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/panel_lines_05.jpg" alt="panel_lines_05" width="334" height="352" /><br />
</strong></p>
<p>Basicamente esta técnica é sobre pintar com um pouco de solvente misturado com uma pequena quantidade de tinta. Quando você prepara uma aguada, usa muito solvente e pouca tinta. A proporção exata é de 1 ou 2 gotas de tinta numa colher de sopa de solvente. Uma aguada de cor escura &#8211; preto, cinza ou marrom &#8211; é uma grande maneira de simular sombras e sujeiras em lugares como escotilhas, rodas e grades de blindados. A mesma técnica pode ser usada para realçar todas as linhas de painéis de baixo relevo.<br />
Uma aguada pode ser feita facilmente com qualquer quantidade de tinta suficientemente diluída para que ela corra livremente em todos os rebaixos do modelo. Algumas variantes comumente usadas são:</p>
<p>• Tinta óleo para pintura de quadros diluída com terebintina;<br />
• Tintas esmalte para modelos, como Humbrol, super diluídas;<br />
• Tintas acrílicas para modelos, como Tamiya, diluídas com água ou álcool;<br />
• Tintas à base de água diluídas em água;<br />
• Café ou chá forte (dão um efeito de sujeira em superfícies foscas)<br />
Mas tome cuidado. Em algumas combinações as aguadas podem atacar a tinta base. Por exemplo, se você usar terebintina em superfícies pintadas com tinta acrílica, é quase certo que retirará a tinta de baixo. O melhor a ser feito é testar as combinações em alguma outra superfície ou kit antigo.<br />
A aguada aderirá diferentemente em superfícies foscas e brilhantes. Muitas vezes é mais difícil fazer com que a aguada fique onde você quer nas superfícies brilhantes. Neste caso é necessário reaplicar tantas vezes for necessário, ou aplicar verniz fosco ou semi-fosco antes de aplicar a aguada.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>GIZ PASTEL</strong></p>
<p>São encontrados em lojas de materiais artísticos, numa variedade grande de cores. Mas lembre-se: giz pastel é diferente de giz de cera.<br />
Para que esta técnica funcione, o modelo tem que estar realmente pintado e/ou envernizado em fosco. Este tipo de superfície é necessária para que o giz possa aderir.</p>
<p>O processo é extremamente simples. Basta raspar um pedaço do giz e, utilizando um pincel seco ou cotonete, aplicar o pó na superfície desejada.<br />
Uma nova demão de verniz é necessária para &#8220;selar&#8221; o giz pastel, ou mais cedo ou mais tarde você terá um belo modelo cheio de digitais da cor do giz.<br />
Essa técnica é melhor para simular fuligem de escapamento, resíduos de pólvora de armas e sujeiras em geral.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PINCEL SECO (DRYBRUSHING)</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1306" title="panel_lines_03" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/panel_lines_03.jpg" alt="panel_lines_03" width="431" height="385" /><br />
</strong></p>
<p>É uma técnica para realçar detalhes em relevo. Utilizando um pincel de cerdas meio duras, molha-se na tinta e depois retira-se o excesso num papel toalha, guardanado ou mesmo uma cartolina, até que ele fique quase seco. Só então o pincel pode ser esfregado suavemente sobre as áreas que você deseja realçar.<br />
Para a técnica de pincel seco, você normalmente precisará de uma tonalidade mais clara do que a pintura base. Ela fará com que os detalhes em relevo fiquem mais claros. Isto parece natural, já que objetos reais possuem áreas mais claras onde possuem relevos.<br />
O pincel seco com prata ou alumínio pode ser usado para simular bordas proeminentes, como por exemplo em volta de escotilhas, painéis de acesso, etc, ou para destacar parafusos e rebites.<br />
Modelistas habilidosos também usam esta técnica para realçar pequenos detalhes, como emblemas de automóveis, ou para acentuar painéis de instrumentos ou cockpits. Um dos usos mais efetivas do pincel seco é para simular superfícies com texturas de ferro fundido, como na foto acima.<br />
O envelhecimento é talvez o ponto máximo na construção de um modelo. Ele requer muita prática para alcançar o resultado desejado. E uma das decisões mais freqüentes a ser tomada é o quanto envelhecer, o quanto sujar&#8230; Divirta-se fazendo experiências e lembre-se: se seu modelo se parecer correto, ele está correto.</p>
<p>Martin Waligorski</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/sombreando-e-realcando-linhas-de-paineis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Criando água de forma realística.</title>
		<link>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/criando-agua-de-forma-realistica/</link>
		<comments>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/criando-agua-de-forma-realistica/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gino Marcomini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[2-Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[como fazer água]]></category>
		<category><![CDATA[diorama]]></category>
		<category><![CDATA[material]]></category>
		<category><![CDATA[nakajima]]></category>
		<category><![CDATA[poliéster]]></category>
		<category><![CDATA[resina]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[zero]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ipmscuritiba.com.br/site/?p=1188</guid>
		<description><![CDATA[Este artigo mostra o passo a passo da criação  de água realística para dioramas usando resina. Modelo, texto original e fotos © 2002 Dana Geraths. Tradução sob autorização: Alaor Gosdal e Clairo Pereira &#8211; Plastiweb. Dica publicada na página Aircraft Resource Center.




Através dos anos o homem tem sido atraido pelos 4 elementos: fogo,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo mostra o passo a passo da criação  de água realística para dioramas usando resina. Modelo, texto original e fotos © 2002 Dana Geraths. Tradução sob autorização: Alaor Gosdal e Clairo Pereira &#8211; Plastiweb. Dica publicada na página Aircraft Resource Center.</p>
<p><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/criando-agua-de-forma-realistica/"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1202" title="Ill23" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill23-150x150.jpg" alt="Ill23" width="150" height="150" /></a></p>
<p><span id="more-1188"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill23.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1202 aligncenter" title="Ill23" src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill23.jpg" alt="Ill23" width="512" height="384" /></a></p>
<p style="text-align: left;">
<p>Através dos anos o homem tem sido atraido pelos 4 elementos: fogo,  ar, terra e água. Cada um deles têm o seu lugar nos pensamentos  místicos deste planeta e nas religiões da história humana. O fogo, o  criador de tudo e o último em poderes destrutivos. O ar, que envolve  tudo e que permite que a vida floresça. A Terra, nossa mãe… e a água,  uma paciente artesã, a misteriosa escultora de pedras…<br />
Se isto soar “profundo” para um artigo sobre água em escala, permita-me  explicar. A construção de um diorama é uma arte e certamente há uma  certa dose de espiritualidade na arte. Quando criamos um diorama,  estamos construindo a história em miniatura. Então, quando for  construir algo desse tipo leve em conta também o mundo real, que você  está dificilmente tentando reproduzir.<br />
O ar não necessita de réplica, e o fogo é difícil de reproduzir, e usar  a coisa real não faz bem aos modelos plásticos (ainda que muitos dos  meus trabalhos recentes se parecem com o resultado do fogo). A terra é  difícil de reproduzir, mas muitos conseguem… mas a água é o elemento  ausente em muitos dioramas.<br />
<br />
Existem algumas técnicas para criar a água de forma realística, mas  neste caso nós estaremos usando a resina cristal. Este tipo de resina  pode ser comprada na maioria das lojas de arte. A resina é MUITO  transparente e é perfeita para usar no efeito da água em escala. É  também MUITO cara e MUITO tóxica, esteja preparado para gastar algum  dinheiro, não somente na resina mas no equipamento de segurança. É  importante se ter uma área bem ventilada ao trabalhar com este material  e o uso de máscara.<br />
  A primeira etapa é decidir que tipo de água você está tentando  reproduzir. Existem vários tipos de água e elas podem parecer bem  direfentes. Em movimento, parada, suja, cristalina, azul, verde,  marrom…etc. A água deve combinar com o ambiente que você está  reproduzindo no diorama e a qualidade da água deve refletir seus  arredores. Por exemplo, você não teria um lago com águas azuis perto de  um prédio bombardeado e destruído, nem teria água parada, verde, em um  diorama que  mostra a praia de uma bela ilha dos mares do sul.<br />
  A referência é a chave deste tipo de trabalho. Eu mantenho um fichário  cheio de recortes que eu tirei de revistas National Geographic e  outras. A água tropical, lagoas, vales, oceano, praia, etc. A maioria  desses recortes foram coletados para usar em meu trabalho de  ilustração, mas eles servem bastante nos meus trabalhos de modelismo.  CADA modelista de diorama deve ter algum tipo de biblioteca de  referência.</p>
<p>Para esta lição nós estaremos criando uma orla ao longo de uma rampa  de cimento em algum lugar no Pacífico sul. Isto foi feito originalmente  para um diorama que mostra um hidroplano japonês. Esta água seria do  tipo encontrada nas ilha dos mares do sul, azul e muito limpa. Eu  imagino que este tipo de água seja a melhor para esta lição, é a mais  fácil de reproduzir e sua transparência faz com que as fotos fiquem  fáceis de serem entendidas.</p>
<table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td>Esta é a base em questão. Note que a base está quase pronta, exceto a  água. É MUITO importante que você tenha TODA sua base pronta antes de  aplicar a água. Uma vez que você derramou a resina, não há mais nada  que possa ser feito por baixo dela.<br />
Lembre-se também que o trabalho na base deve estar completamente  colado. Nenhuma sujeira solta, senão irá flutuar na resina e acabará  com a aparência da água. O princípio básico é COLAR, a menos que deva  estar flutuando.</td>
<td><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill3.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill3-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td>A maioria das tintas esmalte misturarão bem com a resina, então colorizar a água é o próximo passo. Neste caso a água que eu estou derramando está representando a água do Pacífico sul. A água deverá se parecer como se fosse uma área profunda, muito rapidamente. Importante lembrar que você está trabalhando do fundo para cima.<br />
Quanto mais tinta você misturar com a resina, mais escura fica a água. No copo você vê a primeira camada a ser derramada. Eu usei um pouco de azul e uma pequena quantidade de verde na resina.</td>
<td><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill1.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill1-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a></td>
</tr>
</table>
<p>
  A base acabou sendo danificada, pois soltou um pedacinho de madeira balsa que envolvia a base.<br />
  Uma vez q danificou a área onde seria derramada e tudo está consertado… você está pronto para mergulhar.<br />
Para este artigo eu estou usando um material chamado Castin’Craft  Clear, resina líquida. Pode ser comprada em lojas de materiais  artísticos. É um líquido grosso que misturando catalisador endurece em  algumas horas.</p>
</p>
<table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td>Derrame a resina (CERTIFIQUE-SE DE TER MISTURADO O CATALIZADOR!!!) na área baixa e deixe-a secar. Já que esta é a primeira de duas camadas, não há nenhuma necessidade de agitá-la para construir o efeito de superfície.</td>
<td><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill2.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill2-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Quando a água começar a endurecer é hora de ir para a próxima camada. Esta camada seguinte teve adicionada apenas uma ou duas gotas de cor e é difícil de notar que há algum tingimento em toda ela. Não posso deixar de enfatizar a importância de NÃO exagerar na tintura, senão sua água parecerá falsa. A água nesta matéria foi feita em apenas duas camadas. Aqui você vê a segunda camada derramada.</p>
<p>Vem agora a parte divertida.</p>
</td>
<td><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill5.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill5-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Pegue um palito e comece a agitar a água para a frente e para trás.</p>
<p>Certifique-se de NÃO agitar rapidamente, isto forma bolhas! Isto  arruinará a água completamente e você terá que começar tudo outra vez…  não é fácil.<br />
    Continue a agitar a resina para a frente e para trás. Se sua água  estiver em contato com a praia, então mexa a água pra frente e pra  trás, paralela à orla, como mostra a foto.</p>
</td>
<td><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill4.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill4-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a></td>
</tr>
</table>
<p>Eventualmente você sentirá a resina começar a endurecer. Quando isto  acontecer você terá pouco tempo para por os toques finais sobre a água  então preste atenção no que você está fazendo ou novamente… você terá  que começar tudo de novo.</p>
<p>Agora é hora de criar uma orla e uma onda. Tudo depende do tipo de  costa que você está tentandoreproduzir, a quantidade de ondas é por sua  conta. Neste caso é uma lagoa, então as águas não teriam muita  agitação, como um oceano cheio de ondas.</p>
<table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td>Quando a resina começar a endurecer, pegue o palito e comece a mexer a superfície da água. Mexa bem e tente fazer uma superfície irregular, o mais que você puder. Dê mais atenção na margem da praia para dar um efeito de ondas mais suaves, puxado a resina lentamente para longe da praia. Como você está mexendo na superfície, você notará que a resina seca mais rapidamente depois que você a movimenta. Não exagere ou você terá uma tempestade ao invés de ondas suaves (a menos que você queira…)</td>
<td><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill9.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill9-150x150.jpg" width="150" height="150" /></a></td>
</tr>
</table>
<p>Finalmente a resina comecará a endurecer, ficando com a consistência  gelatinosa. Espere alguns minutos e remova cuidadosamente a madeira  balsa que está em torno da água. A resina neste estado de dureza é  facilmente separada da madeira, se você esperar até que esteja  totalmente endurecida NÃO poderá removê-la! Depois de feito é hora de  deixar endurecer.</p>
<p>Encontre um bom lugar onde não caia nenhuma poeira sobre a água enquanto estiver endurecendo.</p>
<p>Aqui está o efeito pronto.</p>
<table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td width="50%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill6.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill6-150x150.jpg" width="150" height="150" align="middle" /></a></td>
<td width="50%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill7.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill7-150x150.jpg" width="150" height="150" align="middle" /></a></td>
</tr>
</table>
<p>Esta é a primeira parte do artigo das técnicas de água. Futuramente  eu farei outros artigos a respeito deste tipo de técnica. A melhor  maneira de aprender como criar água realística é experimentando. Pegue  os passos aqui explicados e brinque com as técnicas de criar  superfícies de água. É importante se ter segurança ao usar estes  produtos químicos. Área bem ventilada, e uso de proteção… Faça com  segurança ou você irá se lamentar muito.<br />
Aqui está um outro exemplo da técnica descrita acima usada para criar uma praia.</p>
<table width="100%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<td width="50%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill22.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill22-150x150.jpg" width="150" height="150" align="middle" /></a></td>
<td width="50"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill24.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill24-150x150.jpg" width="150" height="150" align="middle" /></a></td>
<tr>
<td width="50%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill11.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill11-150x150.jpg" width="150" height="150" align="middle" /></a></td>
<td width="50%"><a href="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill12.jpg" target="_blank"><img src="http://www.ipmscuritiba.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/Ill12-150x150.jpg" width="150" height="150" align="middle" /></a></td>
</tr>
</table>
<p>Nos próximos artigos eu explicarei como criar efeitos mais  dramáticos de água, tais como o oceano aberto e a água suja, enlameada.  Obrigado.</p>
<p>Dana Geraths</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/09/criando-agua-de-forma-realistica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produtos</title>
		<link>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/08/produtos/</link>
		<comments>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/08/produtos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 14:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gino Marcomini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produtos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ipmscuritiba.com.br/site/?p=73</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/08/produtos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas</title>
		<link>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/08/ferramentas/</link>
		<comments>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/08/ferramentas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 14:57:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gino Marcomini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.ipmscuritiba.com.br/site/?p=71</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.ipmscuritiba.com.br/site/2009/08/ferramentas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

